Entre os militares existe uma grande preocupação com a possibilidade de perda de grande parte do Estado de Roraima.
Há influência de poderosas ONGs internacionais atuando junto aos índios da região para que as reservas indígenas legitimizadas pelos governos brasileiros se transformem em nações indígenas - dois países dentro do BRASIL.
A criação da Reserva Indígena Ianomâmi, norte de Roraima, e a determinação do governo Lula para que o Exército Brasileiro e a Polícia Federal expulsem os arrozeiros, população não indígena de Reserva Indígena Serra do Sol e a proibição de pelotões do Glorioso Exército Brasileiro na fronteira com a Venezuela e Guiana, tornam a região extremamente vulnerável - para melhor compreensão seria bom consultar o mapa.
Repare com atenção, ONGs estrangeiras, instaladas na região, governo federal fraco e lobby no Congresso Nacional com congressistas traidores, acenam com perda de grande parte de área da Amazônia e diminuição do território nacional, facilmente comprovado no mapa do BRASIL.
Para que a ONU reconheça um país, basta apenas um punhado de pessoas, uma língua e uma porção de terra.
Mesmo sucateadas, sem condições de enfrentamento contra os EUA e a OTAN, as Forças Armadas Brasileiras têm se preparado para o estabelecimento de guerra de guerrilhas como ocorreu no Vietnã e, o desencadeamento da Estratégia de Resistência para transformação da possível guerra em prolongada e sofrida para as forças coligadas invasoras mais poderosas.
As unidades do EB na Amazônia são formadas por guerreiros de selva, índios e cablocos, com capacidade de viverem meses na selva, sobrevivendo dos recursos da floresta, em combates.
Recentemente, o glorioso EB tem transferido brigadas da região sul e sudeste para aumentar o efetivo na Amazônia - uma brigada é constituída de 3.000 homens ou mais.
A Força Aérea tem criado bases aéreas e instalou mais de 80 aeronaves super-tucanos na região.
A Marinha de Guerra tem criado bases navais.
É importante que todos os brasileiros tomem conhecimento do perigo que corre a Amazônia e que mensagens de tal natureza sejam amplamente divulgadas, porque, afinal de contas a Amazônia não é somente dos militares, é sim de todo o povo brasileiro e, esta geração não pode ser tão incompetente para entregar um país que nossos antepassados lutaram e morreram para nos legar deste tamanho, para as gerações futuras, faltando um pedaço.
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