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CINCO BANDAS DE ROCK AGITARAM A NOITE DO AERO-POINT |
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Domingo, 20 de Setembro de 2009
Foi realizado no último sábado(19)ás 21:00hs, no AERO-POINT,o segundo GRITO ROCK TARAUACÁ,Financiado pelo Governo do acre,
Recursos da Lei de Incentivo à Cultura. LEANDRO,MILTO E GIOVANI-TK7
CHULA E ROGÉRIO-CARO JOHN
BANDA PLACENTA
ACCIOLY FÉLIX E EDILSE
Com muita gente prestigiando o evento,a primeira banda a se apresentar foi a PLACENTA de Tarauacá.
A TK7
também agitou a galera,o vocalista e líder da banda,GIOVANI, fez uma
homenagem a sua mãe,HEVÂNIA PINHEIRO,dedicando-lhe uma música do ZEZÉ
DI CAMARGO E LUCIANO em rítmo de rock.
A BANDA CARO JOHN subiu ao palco e como sempre fez uma bela apresentação.
Além dessas bandas tivemos, outras que fizeram bonito e com muita
alegria dos músicos,foi uma noite para ficar na memória de quem adora
um Rock pesado.
O evento promovido Pela Rádio Comunitária Nova Era FM, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação - Sinteac e a União da Juventude Socialista - UJS,
contou com a participação de três bandas de Cruzeiro do Sul (Seventy
Hills, Jihad e Virtuose), três de Tarauacá (Caro Jonh, Placenta e TK7)
e ainda, uma banda da Capital Rio Branco (Nicles). A organização trabalhou bastante na realização do evento,e foi um sucesso.
O
rock acreano, que já desponta no cenário nacional da música
independente, conquista seu espaço nos municípios do interior acreano.
Essa é a banda SEVENTY HILLS,de Rio Branco que encerrou o evento deste sábado.FOTOS DESTA EDIÇÃO:KESIANE LIMA.
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O segundo Grito Rock Tarauacá traz uma grande noite de puro rock com as bandas Seventy Hills e Virtuose de Cruzeiro do Sul, Caro John, TK7 e Placenta, de Tarauacá, e encerramento com a banda Nicles, de Rio Branco.
Quando: Dia 19 de setembro (sábado), a partir das 20 horas
Quanto: Entrada Franca
Onde: Aeropoint, Tarauacá
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Advogados querem anular punição imposta pela PM ao Major Werles Rocha |
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O Major Werles Rocha ingressou com ação judicial visando anular o ato do Comando da Polícia Militar que o puniu disciplinarmente com prisão administrativa. Os fatos foram amplamente noticiados pela mídia local.
O processo havia sido distribuído para a 2ª. Vara da Fazenda Pública. No entanto, a defesa, patrocinada por Sanderson Moura e Edinei Muniz, argüiu a incompetência do juízo e os autos foram remetidos para a Vara da Auditoria Militar, onde será processado e julgado.
Segundo a defesa do Major, a punição foi indevida, "havendo concurso de crime e transgressão disciplinar, quando forem da mesma natureza, esta é absorvida por aquele e aplica-se somente a pena relativa ao crime, devendo-se aguardar o pronunciamento da Justiça para posterior avaliação da questão no âmbito administrativo".
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